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Resenha #38: O visconde que me amava.



Título original: The viscount who loved me
Autor (a): Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Páginas: 288
ISBN: 9788580411973

Sinopse: A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será
Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva.
Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela.
Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele.
Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.

"Tudo o que sabia era que, naquela tarde, algo mudara entre ela e o visconde. Algo ficara diferente e ela admitia (ao menos para si mesma) que isso a assustava.Era normal, não era? As pessoas sempre temiam o que não podiam compreender."

Gosto de estórias narradas em primeira pessoa, acredito que há uma empatia maior com os personagens, mas a Julia consegue fazer isso mesmo se tratando de uma narrativa com vários pontos de vistas, e ainda assim o leitor consegue criar uma conexão com os personagens.

Anthony é o filho mais velho da família Bridgertons. Se tornou o chefe da família aos 18 anos, após o falecimento precoce de seu pai. Ele acredita que por seu pai e seu tio terem morrido cedo, terá o mesmo destino que eles. E por isso passou anos sem se envolver com uma mulher, no sentido de ter um relacionamento com ela.

Afinal, ele sabe que o amor verdadeiro existe, ele o presenciou através de seus pais, porém ele sabe também o quão perigoso o amor pode ser. E não quer correr o risco de sentir algo sublime e depois perdê-lo.

Tudo isso muda quando, decidido a encontrar uma noiva que não ame, acaba conhecendo a intensa Kate Sheffield. Ele não consegue parar de irrita-lá e não sabe o porquê dela mexer tanto com sentimentos até então desconhecidos para ele. Só sabe que precisa se manter afastado para o bem de sua sanidade.


Então, é isso! Beijos e até o próximo post.

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