Curta e fique por dentro!

Resenha #27: Redenção de um cafajeste.



Autor (a): Nana Pauvolih
Editora: Fábrica 231
Páginas: 557
ISBN: 9788568432136

Sinopse: Lançamento da coleção Violeta, do selo Fábrica231, Redenção de um cafajeste, o primeiro volume da série, conta a história de uma garota simples, que sonha terminar a faculdade e ser professora, e se envolve com um empresário sem escrúpulos. Uma história que mistura doses certeiras de paixão, romantismo e erotismo, tendo o Rio de Janeiro como cenário. 
Em Redenção de Um Cafajeste, a autora narra a história de uma garota simples, que sonha terminar a faculdade e ser professora, e que conhece um empresário, dono de uma das revistas masculinas mais escandalosas do país. Uma história que mistura doses certeiras de paixão, romantismo e erotismo, tendo o Rio de Janeiro como cenário. 

"Era tão bom estar ali daquele jeito, tão envolvente e maior do que tudo, que eu não sabia como agir, como enfrentar sentimentos tão desconhecidos e poderosos. Então me entreguei e resolvi parar de lutar. Pelo menos por enquanto, eu só queria aproveitar. E esquecer todo o resto."

O ponto forte do livro são os personagens principais, ambos tem um passado, o que explica a natureza dominante do Artur e a pureza (ou até ingenuidade) da Maiana.

O Artur foi criado pela avó Donatela. Quando tinha 4 anos sua mãe o abandonou-o, fugindo com outro que achava ser mais rico que o pai do Artur. Logo após isso seu pai se matou, depois de um logo tempo em depressão. Determinada a não permitir que o mesmo acontecesse com o neto, Donatela o ensinou desde pequeno a não acreditar no amor em relação às mulheres, relacionando-o a fraqueza. E ensinou também que existe dois tipos de pessoas: as dominadas, como seu pai, e as dominantes, como o Artur.
Artur nunca conheceu alguém que o fizesse mudar de opinião, estando sempre cercado de mulheres interesseiras, ele continuou acreditando nos "ensinamentos" da avó.

Já a Maiana foi criada por uma mulher (Tereza) que nunca trabalhou na vida e que ensinava as filhas a usarem seus corpos e sua beleza em troca de seus objetivos. A Maiana apesar de conviver com isso sempre foi diferente, achando repulsivo e se mantendo distante. E tentando manter a irmã mais nova distante disso, mas já diz o ditado "filho de peixe, peixinho é".

A autora fez uma boa jogada ao colocar o ponto de vista de ambos, porque assim poderíamos entender várias atitudes tomadas pelo Artur. Se fosse só o ponto de vista da Maiana íamos achá-lo um crápula. Afinal, ele faz por merecer a fama de cafajeste, mas no decorrer do livro identificamos mudanças.

A única coisa que não curti no livro foram as cenas de sexo, pois eram em demasia. Mas tirando isso o livro é sensacional!


Então, é isso! Beijos e até o próximo post.

Nenhum comentário

Postar um comentário

© Entre óculos e Livros - Todos os direitos reservados.
Criado por: Thayanne.
Tecnologia do Blogger.
imagem-logo