Curta e fique por dentro!

[Tag] A Bela e a Fera.

Olá, todo mundo!

Dia 17 de março foi a estreia do filme A Bela e a Fera, estou me roendo de curiosidade em relação ao filme, porém ainda não tive a oportunidade de assisti-lo. Pensando nisso, decidi me divertir um pouco e vim responder essa tag maravilhosa aqui no blog. Eu a vi no Instagram da @livrosdanat e não sei quem a criou ☺️. 

1. Bela: um livro com a capa e com a história bonita.


Juro que foi uma mera coincidência eu ter escolhido este livro haha, mas Corte de Espinhos e Rosa é meu escolhido. Comprei-o por conta da capa bonita e acabei me apaixonando pela história.

2. Fera: um livro com a capa feia, mas com a história legal.


Desde que ganhei Preces e Mentiras, ele passou dois anos encalhado na minha estante por conta da capa. Eu não a acho horrível, porém não era atrativa o suficiente e por isso adiei a leitura várias vezes. Porém, quando eu li não só me surpreendi, como a história me fez sentir um mix de sentimentos e até hoje tem coisas na história que me deixam angustiada.

3. Lumiére: um livro que acendeu algo dentro de você.


Recentemente eu li Baía da Esperança e sabe aquele quentinho no coração quando uma leitura é tão boa e tocante? Foi o que senti ao terminar de ler esse livro.

4. Horloge: um livro que você devorou sem sentir o tempo passar.


O duque e eu foi tão envolvente, engraçado, leve e fluido que o li em um dia, e só percebi que estava perto de finalizar a leitura bem no finalzinho do livro. Foi uma leitura maravilhosa.

5. Maurice: o livro mais velho da sua estante.


Crepúsculo 😍. Vocês já devem estar cansados de saberem disso, pois já falei sobre isso em outras tags. Porém, como não tive como escolher outro, tem que ser esse mesmo.

6. Madame Samovar: um livro que te faz sentir aconchego.



Toda a série Percy Jackson e os Olimpianos, além de ter sido a primeira série que completei, são livros que me marcaram muito e que de certa forma cresci com eles. 

7. Zip: um livro narrado por criança.


Passarinho, esse livro virou um xodózinho meu, ele é tão cheio de sentimentos e tão profundo, que às vezes me pegava surpresa ao constatar que era uma criança que estava narrando.

8. Gaston: um livro com a capa bonita, mas que o conteúdo não é tão bom.


Desde o lançamento desse livro, eu achei que seria uma história desnecessária, porém li porque queria saber o que a autora proporcionaria, e não curti muito, demorei quase um mês para terminar Entre o agora e o sempre. No entanto, eu super recomendo o volume anterior, pois é incrível!

9. Um livro que se passa na França.


Irei fugir dos livros que todo mundo escolhe ao pensar na França, e confesso que até eu mesma pensei em um bem popular, mas decidi fazer diferente. Escolherei O Código da Vinci, que é um suspense maravilhoso e muito bem escrito do Dan Brown. 

10. Um livro que você está ansioso para ser lançado.


A primeira vista do David Levithan e Nina La Cour. Sou fã da escrita do autor, não conheço a outra autora, mas sei que a probabilidade de eu gostar é enorme. O livro será lançado em abril pela Galera Record.


Beijos e até o próximo post!

[Resenha] Marca da Destruição.


Título original: Eve of destruction
Autor (a): Sylvia Day
Editora: Faro Editorial
Ano: 2016
ISBN: 9788562409585

Sinopse: Após receber a Marca e se tornar uma caçadora de demônios, Eva e Caim se apaixonam e começam a experimentar a transição do desejo insaciável para algo mais profundo. O corpo de Eva esta se adaptando a Marca, gerando uma incontrolável sede por sangue e outras tentações, que começam, a arrastá-la para uma via de luxuria sem limites.

"Às vezes o que pensamos ser uma verdade absoluta é falso por completo."

Eva está se recuperando do que sofreu no volume anterior. Ela acreditava que teria mais tempo antes de começar o treinamento para ser uma caçadora de demônios. No entanto, ela mal estava de pé e já tinha que ir para o local onde aconteceria o treinamento. Caim, seu mentor e ficante, não queria deixá-la sozinha no acampamento, pois Charles — o alfa dos lobisomens — deseja Eva morta. Mas, infelizmente, Caim não pode fazer muita coisa porque tinha uma missão a cumprir.

Eva é novata nessa coisa toda de caçar demoníacos, e além disso, ela é agnóstica, porém não há espaço para incredulidade nessa nova "profissão". Ela não se dá muito bem com os colegas, porque basicamente está "dormindo com o chefe" e Eva não é muito sociável.

O local onde eles fariam o treinamento supostamente era uma fortaleza e só demoníacos que trabalhava para o arcanjo Raguel eram autorizados a permanecer. Contudo, algo deu errado é um treinando foi morto, como não foi encontrada nenhuma evidência da causa da morte, nem odor ou sangue, a princípio eles não sabiam se havia sido ou não um demoníaco.

Logo uma outra morte assola o treinamento e as investigações começaram. Abel — responsável por alguns marcados e aquele que marcou Eva — chega ao local, pois no seu íntimo tem medo de que algo aconteça a Eva. E, ao saberem a real verdade sobre o que está causando a morte dos treinandos, o caos se instala no local. Será que Eva conseguirá escapar da morte mais uma vez?

"É fácil desistir de algo quando você nunca o teve. Muito mais difícil é resistir a algo em que você está apegado."

Como disse na resenha do volume anterior, eu desconhecia as opiniões a respeito desse livro. Depois que terminei de ler o primeiro livro da série, fiquei sabendo de algumas opiniões e ainda bem que li o livro anterior de conhecê-las. Destaco aqui novamente, mesmo ouvindo coisas negativas sobre um livro você tem que ler para saber se gostará ou não de uma determinada obra, pois nem sempre você concordará com a opinião da maioria. O livro foi fantástico para mim e não me arrependo nem por um instante.

Apesar das sinopses focarem no traia humo amoroso e mesmo ele de fato existindo, a autora não ficou só nisso. Quem já leu os outros livros da Sylvia, sabe que ela gosta de centralizar as histórias dela em torno do sexo, e nessa série ela meio que deixou isso de lado. Tem cenas quentes e eróticas? Sim! Porém, não em demasia com em outras obras dela. Dessa vez a fantasia ganhou destaque. Ela está desenvolvendo muito e de maneira bem explanada o universo que foi criado nessa série.

Eva querendo ou não passa o primeiro livro sendo protegida pelos irmãos Abel e Caim, e está cansada de esperar que eles venham em seu socorro, ela quer aprender mais sobre esse mundo e aprender a se defender, deixar de ser a mocinha para se tornar uma guerreira. É bem legal ver o desenvolvimento e a força de vontade da personagem, é instigante e motivador.

Já o clima entre os irmãos ficará mais tenso por Caim ter sido promovido, a um cargo que secretamente Abel almejava. Mas, ao ver no que o irmão se tornou, Abel notará que mudar de função não é bem como ele imaginava, principalmente agora que está ganhando mais tempo com a Eva.

Sabe aquele livro que te deixa em suspenso em várias cenas? É assim com Marca da Destruição, apesar de tudo o que eu disse sobre a Eva, ela é nova nesse ramo e atrai um número surpreendente de confusões, e o leitor fica desesperado querendo saber se ela conseguirá sair dessa ou não. 

A narrativa continua fluída e por conta do aumento das cenas de ação, a leitura se tornou mais rápida. A autora continuou explorando a mitologia sem revelar muito sobre a história toda, deixando o leitor um pouco no escuro, mas com um propósito. Os personagens além de marcantes são intrigantes. O triângulo amoroso serve para dar a história aquele draminha para deixar tudo mais interessante. As cenas sensuais vão ganhando mais espaços, porém nada que incomode. Em suma uma leitura fantástica e incrível, pela qual mal posso esperar para ler a continuação.


Beijos e até o próximo post!

[Resenha] O que há de estranho em mim.


Título original: Sisters in Sanity
Autor (a): Gayle Forman
Editora: Arqueiro 
Ano: 2016
ISBN: 9788580414806

Sinopse: Ao internar a filha numa clínica, o pai de Brit acredita que está ajudando a menina, mas a verdade é que o lugar só lhe faz mal. Aos 16 anos, ela se vê diante de um duvidoso método de terapia, que inclui xingar as outras jovens e dedurar as infrações alheias para ganhar a liberdade. Sem saber em quem confiar e determinada a não cooperar com os conselheiros, Brit se isola. Mas não fica sozinha por muito tempo. Logo outras garotas se unem a ela na resistência àquele modo de vida hostil. V, Bebe, Martha e Cassie se tornam seu oásis em meio ao deserto de opressão. Juntas, as cinco amigas vão em busca de uma forma de desafiar o sistema, mostrar ao mundo que não têm nada de desajustadas e dar fim ao suplício de viver numa instituição que as enlouquece.

"Só então me dei conta de que devemos valorizar quem se preocupa com a gente. Isso é algo muito especial, que de uma hora para outra pode sumir."

Brit achava que tinha a família perfeita, e de fato tinha. A mãe era amorosa e presente, o pai amava ela e a mãe dela e sempre se certificava de que elas estavam bem e tinham o que precisava. Mas, aí descobriram que a mãe dela sofria de esquizofrenia paranoide e tudo mudou. O pai de Brit não queria interna-la, apesar dos pedidos da avó. Seu pai pediu o divórcio, mudou de profissão e se casou novamente, com aquela que Brit chama de "a monstra", seu relacionamento com o pai nunca mais foi o mesmo.

Brit entrou numa banda como guitarrista, mesmo não sendo das melhores e depois passou a cantar algumas músicas, muitas dessas musicas ela mesma escreveu. Junto com Jed — por quem ela possuía uma paixonite —, Denise e Erik, Brit começa a fazer shows e aos poucos vão ganhando seu espaço. Contudo, por conta dos shows, ela começa a chegar tarde em casa, e se antes seu pai a apoiaria 100%, o mesmo não pode ser dito de agora.

De ultima hora uma viagem ao Grand Canyon é organizada, Brit se recusa a ir, porém seu pai é irredutível, e ela está tão chateada por perder o primeiro grande show da banda, que não percebe o caminho que seu pai tomou até ser tarde demais. Brit é deixada na "escola" Red Rock, e ela acredita que tenha sido ideia da monstra colocá-la ali, saber a verdade pode quebrá-la ainda mais do que o tratamento que recebe na Red Rock.

"É que a gente acha que a loucura e a sanidade ficam em lados opostos de um oceano, mas na verdade não passam de duas ilhas vizinhas."

Quando digo que sou fã da Gayle, eu não estou brincando! A mulher é uma máquina de fazer excelentes dramas. Me surpreeendi muito com este livro, pois além de não ter procurado saber nada sobre o que a história de trataria antes de lê-lo, como a autora fugiu de tudo que já escreveu antes. Eu amei!

O tema a ser discutido aqui, além da maneira de certos pais se relacionarem com seus filhos, é o modo como algumas instituições podem ser abusivas. Senti vontade de chorar em várias partes desse livro. Os castigos eram os piores possíveis, desde ficar na solitária a levantarem muros, era algo bem duro de acompanhar e fiquei chocada ao saber que existem lugares desse tipo por aí.

No começo achei a Brit meio pedante, achava que ela estava fazendo tempestade em copo d'Água. Quando ela foi obrigada a viver na Red Rock, eu pude conhecer a real Brit, aquela menina doce, inteligente e inocente de suas lembranças. Ela passou por coisas bem complicadas na vida e convivia com o medo de ter a mesma doença que a mãe, e isso só se intensificou ao não se render aos ensinamentos da escola.

V é uma personagem complicada, complexa e misteriosa. Numa hora ajudava a Brit, na outra lhe dava uma patada.
Bebe era a mais engraçada das amigas. Ela tinha um jeito muito espontâneo de ser. Ela era um pouco fútil, mas isso se deve a forma como foi criada, mas a acho uma excelente pessoa, além de lhe dizer o que pensa mesmo que seja algo cruel, pois é muito verdadeira.
Martha era a que mais sofria, porque estava acima do peso e vivia com a pressão de emagrecer e ter o "corpo perfeito".
Cassie era a mais apagadinha do grupo na minha opinião. Foi mandada para a Red Rock por ser lésbica e porque todos os outros tratamentos de cura gay não funcionaram.

Cinco garotas completamente diferentes, de lugares diferentes e com apenas uma coisa incomum: a dinâmica deturpada familiar. Juntas aprenderam a se apoiar, a não se abaterem, a conviverem com as diferenças, a se aceitarem, a aceitarem as diferenças dos outros, e nunca, jamais desistirem.

A leitura é bem fluída e o livro é curtinho, porém muito bem desenvolvido e explorado. O ponto alto do livro é a crítica a lugares desse tipo e ao modo como os adultos quando se tornam pais esquecem que já foram adolescentes e como se relacionarem com eles. É uma história incrível sobre superação, força, coragem, amizade, amor, família e esperança. Misturado a uma narrativa mais leve, um assunto mais tenso e personagens marcantes.


Beijos e até o próximo post! 

Parceria com a autora Rebecca Romero.

Olá, todo mundo!

É com muito prazer que venho anunciar a parceria com a autora Rebecca. Eu já "conhecia" seu livro de tanto vê-lo pelo feed do Instagram e já tinha anotado a dica para lê-lo em breve. Então, imagine minha surpresa quando ela abriu processo de parceria e eu fui aceita 😳😍. Estou morrendo de curiosidade, pois o livro é de dois gêneros que gosto muito, chick-lit e erótico. Assim que eu terminar de ler, trago resenha para vocês.


Conhecendo a autora



Rebecca Romero é apaixonada por criar histórias desde os seus seis anos de idade e, aos vinte anos, publicou seu primeiro livro (MARKETING & AMOR), da série contemporânea EMPIRE STATE. Nunca conheceu New York City, mas sente como se pertencesse a West Village. Seus livros abordam assuntos como feminismo e outros que a sociedade precisa ouvir. É viciada em cappuccino; sempre quando acorda, é a primeira coisa que consome depois de água. Acha cachorros os animais mais preciosos que existem, e seus leitores podem encontrá-la no Twitter toda hora.

Conhecendo a obra


Sinopse: Margot O’Hara é uma das empreendedoras mais bem-sucedidas do país e tem sua vida inteiramente como ela sonhou. Vendo mais uma oportunidade, ela aceita a proposta que a família Renard lhe apresenta: uma parceria para que ela ajude a salvar uma agência de relacionamentos que está propensa a falir.


Elijah Renard, por outro lado, está infeliz com seu trabalho. Mas quando passa a conhecer Margot, ele começa a sentir uma chance de reatar seu interesse nos negócios da família.

Seguindo esse caminho de marketing e empreendedorismo, Margot e Elijah iniciam um vínculo que vai além do digital.


Siga a autora em suas redes sociais


Beijos e até o próximo post!

[Resenha] O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares.


Título original: Miss Peregrine's Home for Peculiar Childreb
Autor (a): Ransom Riggs
Editora: Leya
Ano: 2016
ISBN: 9788544104897

Sinopse: Milhões de cópias vendidas em todo o mundo! Traduzido para mais de 40 idiomas! Eleito uma das 100 obras mais importantes da literatura jovem de todos os tempos Tudo está à espera para ser descoberto em "O orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares", um romance que tenta misturar ficção e fotografia. A história começa com uma tragédia familiar que lança Jacob, um rapaz de 16 anos, em uma jornada até uma ilha remota na costa do País de Gales, onde descobre as ruínas do Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares. Enquanto Jacob explora os quartos e corredores abandonados, fica claro que as crianças do orfanato são muito mais do que simplesmente peculiares. Elas podem ter sido perigosas e confinadas na ilha deserta por um bom motivo. E, de algum modo - por mais impossível que possa parecer - ainda podem estar vivas.

"— Parece que você está desistindo — disse ele após um instante. — Estou desapontado. Você não me parece uma pessoa que desista das coisas."

Jacob cresceu ouvindo histórias sobre a ilha onde seu avô passou a infância. Quando mais novo, ele acreditava piamente no que o avô falava, mas conforme foi crescendo dúvidas foram surgindo, principalmente porque ele e o avô eram os únicos que acreditavam nisso. Todas as vezes que Jacob tocava no assunto seja com seus pais, seja com seu único amigo, ele ouvia que era tudo fantasia.

Aos quinze anos, Jacob foi encarregado de trabalhar numa das farmácias que pertenciam a sua família. Ele fazia de tudo para ser despedido, mas o tiro saia pela culatra. Nessa época o avô dele já estava bastante velho e precidando de erros cuidados. Um dia ele ligou para loja tentando falar com o neto, e Jacob percebeu que ele não havia tomado seu remédio.

Depois de falar com seu pai, ele pede carona a seu amigo e vai até a casa do avô. A princípio ele não nota nada de diferente no local, a não se um vizinho de olhos vidrados. Dentro da casa, ele não consegue encontrar o avô, mas vê que a porta dos fundos está aberta e sai a procura do avô.

A cena com que se depara é a pior possível. Seu avô deitado no chão, coberto de sangue com enormes rasgos na pele e outras coisas que ele nem consegue denominar. Ele acreditava que o avô estava morto, porém ele tenta lhe falar algo. Com a chegada da polícia, Jacob tenta dizer a eles que viu um monstro por perto de onde o avô foi encontrado, no entanto os adultos disseram que ele estava em choque. Tendo que fazer terapia para esquecer o horror que presenciou, ele decidi ir até a ilha sobre a qual o avô tanto falava. O que será que ele encontrará lá?

"— Quando alguém não o deixa entrar, você acaba parando de bater. Entende o que quero dizer?"

Meu erro ao ler esse livro foi ter me prendido as expectativas muito altas. Vi muita gente elogiando, então dei por certo de que iria curtir também, mas não foi bem assim. No entanto, não achei a história ruim, porque se trata do primeiro livro de uma trilogia, acho que há muita água a correr debaixo dessa ponte.

No começo do livro o Jacob era muito o pobre-menino-rico, não gostei dele de cara. Mas, conforme a história foi se desenrolando, ele foi mostrando uma faceta diferente. Ele se mostrou ser alguém bem corajoso, mesmo quando estava com muito medo. Gostei da forma como se relacionava com as crianças peculiares.

Falando nas crianças peculiares serei breve, pois gostei de quase todas e quero muito saber mais sobre elas. Principalmente, o Enoch e o porquê dele ser tão amargo. O fato deles manterem o corpo de alguém que já morreu há muito tempo, me intrigou bastante, porém achei a explicação muito rasa, acho que há mais nisso aí.

Eu gosto do gênero fantasia, mas não leio tantos livros do gênero quanto gostaria. Esse livro me tirou bastante da minha zona de conforto, pois senti tanta realidade em algumas das cenas, que me perguntava se aquilo estava acontecendo na real life. Bem doido né? Porém, foi exatamente como me senti durante a leitura. É um livro peculiar, um tanto excêntrico, mas que vale a pena se dedicar a essa leitura.

Minha edição é de capa dura e ainda da Editora Leya, e esse foi o motivo para eu ter demorado a conhecer essa história, a mudança de editora, eu não queria ficar com livros de tamanho diferente na estante. E fiquei em feliz ao ver que a Leya (e a Intrínseca também haha) lançou a versão capa dura.

Beijos e até o próximo post!
© Entre óculos e Livros - Todos os direitos reservados.
Criado por: Thayanne.
Tecnologia do Blogger.
imagem-logo