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[Resenha] Os dois mundos de Astrid Jones.



Título original: Ask the Passengers
Autor (a): A. S. King
Editora: Gutenberg
Ano: 2015
ISBN: 9788582352694

Sinopse: "O movimento é impossível." É o que Astrid Jones, 17 anos, aprendeu na sua aula de filosofia. E, vivendo na pequena cidade em que mora, ela começa a acreditar que isso é mesmo verdade. São sempre as mesmas pessoas, as mesmas fofocas, a mesma visão de mundo limitada, como se estivessem todos presos em uma caverna, nunca enxergando nada além. Nesse ambiente, ela não tem com quem desabafar suas angústias, e por isso deita-se em seu jardim, olha os aviões no céu, e expõe suas dúvidas mais secretas aos passageiros, já que eles nunca irão julgá-la. Em seu conflito solitário, ela se vê dividida entre dois mundos: um em que é livre para ser quem é de verdade e dar vazão ao que vai em seu íntimo, e outro em que precisa se enquadrar desconfortavelmente em convenções sociais. Em um retrato original de uma garota que luta para se libertar de definições ultrapassadas, este livro leva os leitores a questionarem tudo e oferece esperança para aqueles que nunca deixarão de buscar o significado do amor verdadeiro.

"Mas é bom amar uma coisa e não esperar nada em troca. É bom não haver discurssão nem pressão alguma, ou qualquer boato de qualquer baboseira. É amor sem amarras. É o ideal."

Astrid Jones é uma jovem de dezessete anos, quando tinha apenas onze se mudou para Unity Valley, não era o que queria, mas Claire (sua mãe) cismou de ir morar na casa onde sua avó viveu por um longo tempo. Anos depois de terem se mudado, e Astrid ainda não se acostumou. Sua família está desestruturada, seu pai vive chapado e todos fingem não verem, sua mãe só pensa em trabalho e não faz outra coisa, Ellis (irmã mais nova) não tem um bom relacionamento com ela e a própria Astrid não faz muita coisa para mudar a situação.

No ambiente escolar, ela é conhecida por ser a nerd que trabalha na revista da escola. Astrid tem dois melhores amigos, a Kristina e o Justin. Há dois anos eles escondem um enorme segredo de todos, e que se alguém descobrisse seria bem complicado para Kristina e Justin explicarem a verdade. 

Mas, Astrid também tem seus segredos, que só não compartilhar com os amigos por não saber se suas dúvidas são ou não infundadas. Ela mantém seu relacionamento com Dee em segredo por tanto tempo, e ainda tem tantas dúvidas, que não sabe como lidar com a situação e resolve deixar tudo como estar.

Há muito tempo Kristina e Justin a chamam para ir a uma boate gay, e Astrid sempre dizia não. Até que resolveu ir e acabou gostando, se identificando com o lugar. Passou a frequentar todos os finais de semana. Astrid nunca tinha falado com seus pais sobre sexualidade, imaginem o choque e a confusão que ficaram ao receber uma ligação da polícia, pedindo que fossem buscá-la? 

"não se contente com nada menos do que a verdade. Mesmo que a resposta seja não sei."

Astrid é um poço de dúvidas, ela tem dúvida sobre o que quer estudar, sobra qual faculdade vai cursar, se é ou não é, a maioria das dúvidas dela é uma coisa típica em adolescentes e em algum momento você vai se identificar com a personagem. Ela é muito tranquila em relação a situações que me deixariam p da vida, porém quando ela explode a coisa é feia. Ao mesmo tempo que eu não conseguia entender a personagem, eu me identificava com algumas de suas características e senti que a conhecia, como se pudéssemos um dia ser amigas. 

Claire me deu nos nervos haha, em alguns momentos ela me lembrou minha própria mãe e eu fiquei tentando lembrar se eu tão pacífica como a Astrid. O pai dela é um personagem que me causou pena, ele não foi bem sucedido no que desejava e meio que desistiu de tudo, ele é a personificação do que não podemos nos tornar, uma pessoa sem propósito, que faz as coisas porque tem que fazer. Eu notei uma certa fragilidade por trás da brutalidade de Ellis, e isso despertou meu senso de proteção, pois não é fácil viver numa família onde tudo é complicado.

Não vou dizer que compreendo o que é ser um homossexual, porque esse livro me provou que sei muito pouco sobre o assunto e foi um dos motivos do porquê estranhei a leitura no começo. Se já é complicado você não conseguir se encaixar em lugar nenhum e viver sempre com a sensação de algo errado, some isso as pessoas fazerem piadas de mau gosto e tentarem a todo tempo te ridicularizar, te fazer sentir inferior? Complicado, né! Agora, imagine você não ter certeza se é homossexual ou não, a confusão fica muito maior. Até hoje li pouquíssimos livros com a temática LGBT, porém esse livro me impressionou e me faz pensar de uma forma que nenhum outro conseguiu. A delicadeza e inteligência que a autora usou para nos fazer refletir e analisar sobre o assunto foi incrível.

Esse foi o meu primeiro contato com os livros da autora e fiquei muito feliz em conhecer a escrita dela. Ela tem uma forma única de cativar o leitor e contar sua história. Além disso, King soube desenvolver não só a história, como os personagens também. Com certeza quero ler outros livros dela.

Em paralelo, as confusões da vida da Astrid, temos através de textos curtos o vislumbre das vidas de pessoas desconhecidas. Astrid adora "enviar amor" aos passageiros dos aviões que ela gosta de observar e é nesses momentos que damos uma breve rápida em suas vidas. Achei isso bastante interessante.

Uma leitura leve, cheia de questionamentos, dúvidas e aulas de filosofia. Uma narrativa que cativa, personagens com os quais nos identificamos e uma temática muito atual, A. S. King nos suga para o dia-a-dia de Astrid Jones e nos encanta com sua escrita, há momentos em que você irá rir e outros que você (provavelmente) irá se emocionar.


Beijos e até o próximo post!

Então, eu li até a página 100 - A Garota Italiana.



+ Primeira frase da página 100:

"... igreja também. Gostaria de fazer um agradecimento especial aos Amigos da Ópera de Milão, por tornarem possível este evento. E agora, o Signor Paolo de Vito, diretor artísticos do Scala, vai apresentar o programa."

+ Do que se trata o livro?

Nós veremos como a pequena sonhadora, Rosanna Menici sonhou com seu futuro. E ela conseguiu chegar lá, mesmo com várias coisas supostamente contra, mas a forma como as coisas aconteceram não foram bem como ela imaginava e diversas situações complicadas surgiram em seu caminho.

+ O que está achando até agora?

Muito bom! As apresentações dos personagens é o que mais me chama a atenção. Além disso, a narrativa é bem envolvente.

+ O que está achando da personagem principal?

Rosanna tem uma chama dentro dela que faz com que eu torça para que ela se realize. No entanto, ela é muito ingênua ainda e isso pode atrapalha-la. Mas, estou gostando dela, sim. Roberto, no entanto, é intragável, dificilmente irei gostar dele.

+ Melhor quote até agora:

"Existem algumas coisas na vida que estão fora do nosso controle, sabe? Às vezes precisamos deixar tudo a cargo do destino."

+ Vai continuar lendo?

Lógico! Não consigo abandonar uma leitura tão boa.

+ Capa do livro:




+ Última frase da página 100:

"Paolo se levantou."


Lembrando que, os livros a serem comentados nesta "coluna", serão livros que não farei resenha ou que a resenha sairá bem mais lá para a frente.
Beijos e até o próximo post!

[Resenha] Antes de partir desta pra uma melhor.



Título original: One Last Thing Before I Go
Autor (a): Jonathan Tropper
Editora: Arqueiro
Ano: 2015
ISBN: 9788580414325

Sinopse: Não é preciso ser nenhum gênio para perceber que a vida de Drew Silver é uma sequência de decisões equivocadas. Faz quase uma década que sua banda de rock emplacou uma música, filha única de mãe solteira. Desde então, a banda se separou, sua mulher o largou e Silver tem assistido a vida passar, tocando em casamentosquando aparece algum – e descontando os cheques cada vez menos frequentes que recebe pelos direitos autorais de seu único sucesso. Silver então descobre que a ex-mulher está prestes a se casar de novo e que a filha adolescente, Casey, está grávida. Para completar, depois de sofrer um derrame que o deixa incapaz de controlar a língua e guardar para si o que pensa, ele precisa de uma cirurgia no coração. Diante desse cenário, o músico fracassado depara com a pergunta decisiva: será que vale a pena salvar uma vida tão mal vivida? Assim, sob o olhar exasperado da família, ele toma a decisão radical de se recusar a fazer a cirurgia e dedicar o pouco tempo que lhe resta a tentar consertar o relacionamento com Casey e aproveitar a vida – mesmo que ela não dure muito. Com diálogos rápidos, irônicos e sagazes, Jonathan Tropper confirma sua habilidade em retratar com humor e perspicácia o lado oculto da família moderna.

"No entanto, lá está ela, deitada ao lado do homem que a decepcionou de todas as maneiras possíveis, que consumiu os melhores anos de sua vida, sentindo ternura e... perda? Não faz sentindo, mas, se há uma coisa que ela sabe sobre o amor, é que a racionalidade raramente tem algo a ver com tudo aquilo."

Drew Silver era baterista numa banda de rock, ele adorava ser músico, principalmente depois que a música Rest in pieces foi lançada e alavancou a banda à um enorme sucesso. No entanto, as outras musicas não emplacaram e eles se tornaram a banda de um sucesso só, e foi aí que o vocalista abandonou a banda para se tornar artista solo.

Silver (como Drew é conhecido) não aguentou ter tido o mundo aos seus pés e depois ter seu tapete puxado, começou a abusar do álcool e das drogas, estragou seu casamento e seu relacionamento com sua filha. Ele perdeu completamente o rumo de sua vida e não soube como retomar as rédeas.

Ao sabe que Casey (sua filha) jovem e com um brilhante futuro, está grávida e recorreu a ele para pedir ajuda, algo dentro dele despertou. Silver apoia a filha em qualquer decisão que ela queira tomar e não julga-a, e isso foi muito importante para Casey, ter esse apoio num momento tão confuso.

Quando Casey finalmente toma uma decisão, Silver tem um derrame e é levado as pressas para o hospital. Ele sobrevive, mas precisará passar por uma cirurgia se quiser ter uma longa vida. O derrame acabou afetando uma parte do cérebro dele e inibiu o filtro entre seus pensamentos e o que falava, o que gerou muita confusão e situações constrangedoras para seus amigos e familiares. Será que Silver fará o que é certo e consertará sua vida?

"O perdão proporciona um certo alento, mas nunca é capaz de restituir o que você perdeu."

Li um outro livro do autor e se tornou uma das minhas melhores leituras de 2016, então eu estava bastante empolgada para fazer essa leitura. E, meu deus! como esse autor é criativo! Ele consegue me levar do riso ao choro e vice-versa de uma forma muito brusca, e acredito que seja por isso que gosto tanto dos livros dele.

Silver não é um cara legal. Não leia esperando uma mudança drástica do personagem, realmente ele melhora, porém não muda de fato. Silver é egoísta, desleixado e sem juízo algum (hahaha). No começo, o leitor só consegue ver os defeitos dele e conforme a história vai se desenrolando, nós percebemos que ele é apenas humano, Silver perdeu o controle de sua vida e não soube lidar com isso. É um personagem complexo que eu gostei muito de conhecer.

Casey tem uma vida muito boa, mas a falta do pai em sua vida a persegue como uma sombra, e ela não consegue entender o porque dele ser como é. E quando ela cometeu o "erro" de engravidar, começa a entender um pouco o que se passava na vida do pai. E é bem legal ver esse relacionamento finalmente entrando nos eixos.

Há outros personagens no livro, óbvio! E cada um a sua maneira contribuem para a história, só que me abstenho de falar sobre eles, pois o legal é conhecê-los conforme vão surgindo na história.

O ponto mais positivo do livro foi o trabalho do autor com o relacionamento pai e filha. Mesmo morando super próximos e sendo familiares, o relacionamento deles era nulo. Quando Silver se separou de sua esposa, foi como se tivesse de separado da filha também. E apesar de não vermos muito isso sendo retratado na literatura, isso existe na vida real e ter um homem falando sobre isso e de uma maneira sensível, tocante e verdadeira foi incrível. Jonathan explorou muito bem o assunto, ele destrinchou e mesmo o resultado não tendo sido o que eu esperava, acabei gostando.

A narrativa desse livro é muito leve, mesmo em cenas mais dramáticas, e isso torna a leitura muito rápida. Além disso, o humor que é usado no livro é bem peculiar. O Silver é o sarcasmo em pessoa, e usa e abusa da ironia em todo o livro, o leitor se diverte muito ao fazer essa leitura, contudo não se surpreenda se lágrimas vierem aos seus olhos, Jonathan tem uma escrita que transmite muito bem os sentimentos.

O livro é incrível, os personagens cativam, a história envolve o leitor e os assuntos que vão sendo abordados no livro são sensacionais. Uma história que foi bem construída e que foi explorado ao máximo. O leitor sente raiva, se identifica, torce, ri, talvez chore e aprendem uma lição ou outra sobre o que é a vida.


Beijos e até o próximo post!

[Resenha] O som do amor.



Título original: Night Music
Autor (a): Jojo Moyes
Editora: Intrínseca
Ano: 2016
ISBN: 9788551000663

Sinopse: Matt e Laura McCarthy são obcecados pela ideia de herdar a Casa Espanhola — uma construção malcuidada e quase em ruínas no condado de Norfolk, interior da Inglaterra, que tem um valor simbólico para os moradores locais. Para atingir esse objetivo, Laura, a mando do marido, faz todas as vontades do velho Sr. Pottisworth, o proprietário. Entretanto, como o homem nunca deixou nada por escrito, quem acaba por herdar a casa é uma parente distante, Isabel Delancey. Primeiro violino na Orquestra Sinfônica Municipal, em Londres, Isabel tinha uma vida tranquila com seus dois filhos e o marido, mas tudo virou de cabeça para baixo quando ele morreu em um acidente de carro e deixou uma grande dívida. Sua única oportunidade de recomeço é fincar moradia na Casa Espanhola — algo que o casal McCarthy vai tentar impedir a qualquer custo. O som do amor é um romance sobre obsessão, manipulação, segredos e paixões. Por meio de personagens carismáticos e capazes de tudo para realizar seus objetivos, Jojo Moyes mantém seu estilo inconfundível em uma brilhante história de recomeços.

"Depois de nove meses, conhecia esses momentos: a perda a atingia sem qualquer delicadeza, sem qualquer aviso. Não havia nada delicado no sofrimento. Ele atingia a pessoa feito uma onda, arrastando-a, ameaçando levá-la para o fundo do mar." 

Isabel Delancey é mãe, dona de casa e toca violino. Ela é do tipo de pessoa que focava demais na música e não ligava muito para o que estava acontecendo a sua volta. Seu marido, Laurent, não a pressionava para ser uma dona de casa, mãe e esposa melhor, ele a deixava aproveitar ao máximo o dom que tem.

Infelizmente, Laurent morreu num acidente de carro e Isabel descobriu que ele tinha contraído muitas dívidas, ela que nunca na vida se preocupou com dinheiro, está tendo que administrar o pouco que lhes resta e tentar manter a família alimentada e com um teto sob a cabeça. E é quando Isabel descobre que um parente distante morreu e lhe deixou uma casa. Não é qualquer casa, e sim, a Casa Espanhola. Isabel tem lembranças (de quando era criança) do quanto a casa era bonita, e por isso resolveu se mudar para lá, mas a realidade é algo duro de digerir.

Laura e Matt McCarthy estão casados há um bom tempo. Matt sempre desejou comprar a Casa Espanhola e de tanto falar sobre isso, Laura também passou a ter expectativas quanto a casa. Durante anos, Laura cuidou do Sr. Pottisworth, proprietário da casa, acreditando que ele iria lhe deixar a casa, mas, grande foi a sua surpresa ao saber que no testamento a casa estava no nome de outra pessoa.

Matt, então, coloca como meta dar um jeito de fazer com que Isabel sai da casa, não importando o como, Laura concorda com o marido. No entanto, o desenrolar dessa história surpreenderá a todos.

"Byron notou o sofrimento no rosto dela, o choque e a tristeza sob aquela aparência feroz. Um animal ferido atacava qualquer pessoa."

Sou suspeita para falar dos livros da Jojo, pois sou fangirl assumida. Contudo, na hora de comprar esse livro não foi a autora ou a premissa que me fez comprar esse livro e sim, a capa. Adoro livros de capa bonita! E a Intrínseca conseguiu manter o padrão das outras capas, e ainda dá um tom diferente e incrível a essa capa. Porém, um livro é muito mais do que só a capa, mas é aquele "ditado" né? Jojo é Jojo! Haha. E inovou mais uma vez.

Os personagens dessa história são desagradáveis no começo, salvo pouquíssimas exceções. Matt é tão cego por vingança que isso consome qualquer coisa boa que possa ter existido nele. Laura é uma esposa "cuscuz", sabe dos podres do marido, contudo prefere abafar o assunto e fingir que tudo está bem. Além disso, o relacionamento deles não é muito saudável e prejudica o filho. 

Isabel se perdeu por tantos anos na música que não tem senso de responsabilidade, ela ficava esperando que alguém de alguma forma resolvesse os seus problemas. Foi uma personagem que me irritou muito no começo, mas que teve uma enorme evolução no decorrer da história e que conseguiu se redimir de seus erros passado, é necessário alguma dor para crescermos no final das contas.
Byron é o único que tem um passado "vergonhoso", porém me agradou logo de cara. Todos os julgavam por conta de seu passado, não paravam para entender as circunstâncias ou conhecê-lo de fato. Ele só tinha um único defeito: a autosabotagem. Byron não conseguia aceitar que tudo poderia dar certo em sua vida e por isso se resignou a uma vida indigna. Graças a Zeus que ele sofreu uma mudança de atitudes.

A Jojo vai trabalhar em assuntos como luto, complicações no passado, vingança, família e amor. É impossível não se identificar com algumas das características dos personagens. Afinal, quem nunca sofreu e tomou decisões erradas quando magoado? Quem nunca depositou toda sua fé numa coisa/pessoa/situação e acabou quebrando a cara? O modo como a autora utiliza situações para falar de coisas que podem ocorrer no nosso cotidiano é encantadora. Porque além de trazer a sensação de intimidade, nos faz ver como as pessoas podem lidar com essas situações.

O modo como cria e desenvolve tanto os personagens, quanto os cenários desse livro são um ponto fortíssimo da leitura. Aliados a uma narrativa fluída, uma escrita detalhista, mas ao mesmo tempo leve tornaram O Som do Amor um excelente livro. No entanto, o que realmente rouba a cena é a forma como nos sentimos diante dessa história, eu poderia tentar explicar para vocês, mas pode ser que tenhamos ponto de vista diferentes, então a única coisa que posso dizer é: LEIAM!


Beijos e até o próximo post!

[TAG] Eu nunca.


Olá, todo mundo!

Eu adoro responder tags e ver as pessoas respondendo, acho que é um ótimo jeito de saber o que uma pessoa gosta ou não e de conhecê-la melhor. Há um bom tempo que não rolava um post desse tipo por aqui, mas, vim mudar isso hahaha. Vi essa tag lá no insta, porém esqueci de anotar o ig 🙄. Espero que gostem!

EU NUNCA LI ISSO - um livro que você não leu, mas que aparentemente todo mundo leu.


Sinto como se todo o meu feed do Instagram tivesse lido A Fúria e a Aurora, enquanto que eu nem cheguei a adquirir o livro haha. Morro de curiosidade de saber se a história é tão boa quanto dizem. Além do mais, acho essa capa sensacional <3

EU NUNCA LI NADA TÃO MARAVILHOSO - o seu livro favorito.


Impossível escolher um livro favorito. Eu tenho vários. Sou tipo o Charlie (As vantagens de ser invisível), um livro é meu favorito até eu ler outro hahaha. No momento, eu poderia dizer A chama dentro de nós.

EU NUNCA IMAGINEI QUE CONSEGUIRIA TERMINAR ISSO - um livro ou uma série que você não curtiu.


Não é que eu não tenha curtido, só achei que a autora exagerou demais nas cenas de sexo e acabou pecando na hora de explorar os personagens do livro Eu te vejo. Apesar disso, ainda desejo terminar de ler essa trilogia.

EU NUNCA VOU TERMINAR ISSO - um livro ou série que abandonou.


Amei os dois primeiros livros da Série Fallen, só que até hoje não consegui finalizar a leitura dos outros livros da série, achei muito parado, enrolativo e não consegui me forçar a ler isso. Espero um dia terminar de ler essa série.

EU NUNCA VOU ME ARREPENDER DE LER ISSO - um livro que você leu por recomendação de alguém e acabou gostando.


Eu tinha uma amiga que falava tanto sobre A menina que roubava livros e me indicava sempre que podia, ela queria tanto que eu lesse que até me deu o livro de presente, e aí não tive mais como adiar a leitura. MDS! Que livro! Só de lembrar do final, já fico toda chorosa haha. Leiaaaaaaaaam!

EU NUNCA FARIA ISSO - atitude de algum personagem que você desaprova/nunca faria.


Kiera é mimizenta demais! Pegando dois boys magias e pagando de coitada! Acho errado pega os dois boys? Não! Mas, acho o cúmulo do ridículo querer pagar de vítima numa situação dessa, considero traição uma escolha e ela escolheu magoar tanto o Danny quanto o Kellan.

EU NUNCA QUERO TER QUE ADMITIR QUE LI ISSO - livro que não leria em público / tem vergonha de dizer que leu.


Esse livro tinha um enorme potencial, mas a autora não soube como manter o leitor preso a história de Black para sempre e acabou sendo uma grande decepção, infelizmente.

EU NUNCA LI ALGO TÃO FOFO - livro que tocou seu coracao.


Gente, a história de Amy & Matthew é incrível! Estou até pensando em reler esse livro mega fofo *---* Muita gente não gostou do livro, achou a Amy bem egoísta, no entanto não consigo ver defeitos nesse livro. Além disso, é ultra fofo ter alguém que enfrenta o pior junto com você né?!

EU NUNCA RI TÃO ALTO.


Eu não acho esse livro excelente, porém, The Virgin me arrancou muitas risadas, as situações pelas quais a protagonista passava me fizeram chorar de rir. É um ótimo livro para quem deseja esquecer o stress por alguns momentos.

EU NUNCA TERIA SOBREVIVIDO MINHA INFÂNCIA SEM TER LIDO ESSE LIVRO.


Na verdade, eu não me lembro os livros que li durante a infância. Só lembro dos gibis do Sesinho e da Turma da Mônica que eu devorava. Mas, se fosse para escolher uma série seria House of Night. Sempre gostei muito de vampiros e essa série tem uma vibe bem adolescente, são 12 livros e (yay!) vem mais um por aí, seria um ótimo modo de me ter entretida quando criança haha.


Beijos e até o próximo post!
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